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K and J em "Homens de Negro"


Passado, presente e futuro. Adoro filmes e séries que misturem isto tudo. Embrulha-me o cérebro, lá isso embrulha, mas eu gosto mesmo é de desembrulhar.
Homens de negro III, devo dizer que os outros já deram há tanto tempo que eu já nem me lembrava sequer se os tinha visto, quanto mais da história, tem enredo e agradou-me mais do que eu pensava. Não sou nada fã de "aliens" e pequenos monstros viscosos portanto passo bem sem eles no filme e prefiro centrar-me na questão principal da história.

Will Smith está muito bem. Tommy Lee Jones também. Ambos protagonizam momentos cómicos daqueles mesmo inteligentes. Eles são o J e o K! O que acontece é que o J do presente vai ter de salvar o K do passado para evitar a sua morte e a destruição da terra no futuro. Só que o K do passado não conhece o J do presente. É no passado que os dois vão perceber o que os liga nos presente e assim podem mudar o futuro. Pois, é assim mesmo! Valeu mesmo a pena ir ver.


Só que o universo tem centenas de ligações e os desfechos podem variar conforme ditam as nossas atitudes. K apenas lhe prometeu os segredos do universo, mas haverá segredos que o universo desconhece? Pelo menos é isso que diz o filme.
Eu, claro, não concordo mas isto sou só eu a divagar 'pra qui'. Para mim o que aconteceu no passado é sempre assim e pronto, por mais vezes que se lá volte a ordem das coisas terá de ser sempre a mesma. Ok, realidade se faz favor, volta!







"Dark Shadows"

O Johny Deep não tem cara. Pronto e é isto. Eu não me lembro da cara verdadeira dele. Depois do "Eduardo mãos de tesoura", do "Turista"... depois de ser o chapeleiro louco, o tal pirata Jack Sparraw, o dono da fábrica de chocolate e agora Barnabas Collins... mas que vida hein?! Nunca é igual em nenhum, é maleável, transforma-se, é gesso ou quê?! Que belas equipas de caracterização. Que belas mãos metem a cara daquele homem numa coisa irreconhecível, que maravilha! Têm a certeza que era ele?

Bom e agora sobre o filme que já quase me ia esquecendo. "Sombras da escuridão" conta a história de Barbanas que foi transformado em vampiro e metido num caixão por vingança de uma bruxa por ele não querer ficar com ela. 200 anos mais tarde ele é despertado e não se reconhece numa era que tem estradas, carros e televisão. Eu pensei que este filme de Tim Burton viesse com mais cenas cómicas aproveitando esta situação bizarra, mas não. Há algumas partes, vá, mas não são suficientes! O filme acaba por andar mais à volta da relação da bruxa com o vampiro que se torna a repetir dois séculos depois, só que com um poucos mais de fantasmas e um lobisomem (ou melhor, lobimulher, palavra que acabei de inventar.) Vale muito a pena pela interpretação do Deep, brilhante como sempre.


"Os vingadores"


Os super heróis e super famosos da marvel juntam-se para combater os malvados planos de Loki. Gostei essencialmente do humor que as personagens não perderam ao longo dos anos. É um filme de acção bem recheado de boa disposição. É regresso de personagens como o Hulk (verde! Mais verde que nunca.), o Homem de Ferro, a Viúva Negra, o Capitão América, o Hawkeye e o Thor (e o martelo!).

Depois de ver o filme já vi também algumas críticas que achei engraçadas. Umas falavam do facto faltarem alguns super heróis. Outras diziam que o filme se baseava apenas numa luta entre irmãos, com ajuda dos amigos do irmão bom e querido.

A primeira, que vi na revista tentações, da sábado...é verdade, e eu bem disse durante o filme que faltavam alguns membros do fantastic four, nomeadamente o "homem chama", mas em todo o caso ele estava lá, só que "disfarçado de capitão america. Também podiam ter chamado o Batman, o Homem Aranha e assim...Mas pronto, foram excluídos assim à má fila!

Quanto à segunda, sim é uma luta basicamente entre irmãos, se bem que eu não percebo muito bem porque é que alguém deve temer uma pessoa cujo fato de vilão é mais parecido com uma fato de carnaval ridículo. Péssimo gosto. Aquilo na cabeça era mesmo necessário? Loki, amigo, nem era preciso o martelo do maninho, um espelho já te derrotava, não?!

Midnight in Paris

As cores. Este filme de Woody Allen é cheio de cores. Foi uma coisa que me saltou logo à vista nas primeiras imagens que aparecem de Paris. Sou apaixonada por aquela cidade e no filme aparece linda, cheia disso mesmo, cores.
Mas há mais. Paris transforma-se depois da meia-noite. Mas não para todos. Só para quem é capaz de sonhar, sem medo. Só para quem é capaz de acreditar nesses mesmos sonhos. Só para quem consegue ver além desses mesmos sonhos e continuar a viver.
E depois há a música. No início ao fim aquela música entra e não sai mais (agora mesmo se eu soubesse assobiar conseguia reproduzir o som).

Owen Wilson é Gil um escritor envergonhado que vive encantado com os anos de ouro em Paris, os loucos anos 20. Depois da meia-noite ele pode esquecer toda a sua vida "normal" e o romance chato com Inez (chata, mesmo chata esta Inez). Depois da meia-noite ele pode ser quem quiser, pode ter as oportunidades que sempre ambicionou ao conhecer grandes estrelas e quem sabe até se pode apaixonar de novo.

Eu fazia era questão de ter percebido afinal o que é que aconteceu. Se aquilo da viagem no tempo era só na cabeça do senhor, qual foi o desfecho? Enlouqueceu ou foi muito feliz? Se aquilo era uma vida passada de regresso, tipo voltas e voltas da vida...digam-me. Adoro coisas que tenham a ver com viagens no tempo, mas fico sempre  intrigada e tenho necessidade de respostas, ora!


My vampire world

"It's ok to love them both. I did" é a frase que mais me marca em Vampire Diaries. É Katherine quem a diz a Elena. Elas amam-nos aos dois, que podem fazer? Quem não amaria? The Salvator Brothers a arrebatar corações desde 1919 (ai, não, isso é o azeite galo a cantar). The Salvator Brothers a arrebatar corações durante séculos da sua existência (assim é que é). Damon é o mau e Stefan é o bom. Não, Stefan é o mau e Damon é o bom. Ok! Eles lutam do mesmo lado, um pelo outro acima de tudo, e até quando se trata de Elena. Eu gosto mais dela, mas ela merece melhor... Oh lucky girl!

A história começa com um diário. Mas agora, na terceira temporada já ninguém se lembra dele. A série está muito mais interessante agora do que no início. Tem muito mais mistério e muito mais história a partir do momento em que surgem os Originais (a primeira família de vampiros que gera todos os outros, geração após geração).

Esta é a única série de vampiros que vejo sem perder um episódio. É um bocadinho juvenil, é, e então? Para fugir à realidade precisamos de umas mordidelas de vez em quando, de uns feitiços, de coisas normais, portanto! Vejam, vejam.


Abudction


Nathan é um rapaz que não se sente parte da família com a qual vive apesar de tudo parecer normal. O seu mundo vira quando descobre a sua foto num site de crianças desaparecidas. É partir daí que começa a correria. Eu estava sempre a ver quando é que ele no meio da fuga se transformava em lobo para ser mais rápido (ups estou a ver outro filme!)
O jovem Nathan parte em busca de respostas sobre as suas verdadeiras origens ao mesmo tempo que tem de fugir de quem o quer apanhar, (e de quem o quer defender) pois ele é a chave para que os agentes secretos possam chegar ao seu verdadeiro pai.

Já disse demais, não?

Estamos todos ligados em "Touch"



Vi hoje os dois primeiros episódios da série "Touch". É boa. Eu gosto de séries e filmes que se moldem com números (por isso adorei o filme "23"). Gosto de séries e filmes que tenham algo que ver com as relações entre pessoas que não se conhecem (por isso adorei a série "Lost"), relações que envolvem toda a humanidade (por isso adorei "Flashforward"). Relações que brinquem com o passado, presente e futuro (e por isso gostei do "Heroes") As pessoas com autismo também me emocionam sempre, é uma doença misteriosa, intrigante, mas as pessoas são sempre extremamente tocantes de tão inteligentes (e daí ter gostado de "Rain Man").

Esta série junta isto tudo numa só história, conseguindo ainda demonstrar a relação entre um pai e um filho.
Há apenas (e até agora) três personagens assíduas. Martin é viúvo, a mulher morreu nos atentados do 11 de Setembro. Clea é a assistente social que leva Jake para uma instituição (e cá para mim o Martin e a Clea... ainda vai "rolar um clima", não?)

Mas o ponto alto da questão está em Jake, o menino autista. Ele tem dez anos e nunca falou, não deixa ninguém tocar-lhe e tem um estranho fascínio por números. Jake consegue através dos números perceber ligações entre as pessoas podendo prever situações que vão acontecer no futuro. Martin é o pai que vai aprender a ouvir um filho que não fala. E é nesse momento que a própria relação dos dois começa.

"American Pie, o reencontro"

Pensamento enquanto via este filme: tenho outra vez quinze anos. Foi o que me pareceu dentro da sala do cinema embora toda a gente fosse bastante mais velha (não do que eu, mais velha do que quinze anos). O filme ultrapassou as gerações ou então nós crescemos tanto quanto eles e lá estávamos sentados a ver, anos depois, o que vimos já na adolescência. Hoje quem tem quinze anos nem sabe o que é isto, certo?

O filme segue a mesma lógica dos outros, ou seja disparate atrás de disparate (apesar de estarem mais crescidos, ninguém diria!) mas ri-me, sim é verdade! Não é um êxito daqueles que me marca, não é o meu tipo de filme cómico, eu prefiro um humor mais inteligente, mas difícil de conseguir, este filme é para gajos nitidamente! Mas ri-me, claro que me ri, é até impossível não rir. Para terminar a saga está bem feito. (Eu fui arrastada ver, por isso não digam a ninguém que disse isto)

Segundo pensamento enquanto via este filme: a Michelle é parva! Então ela deixa o Jim fazer tudo o que lhe apetece?! "Vai lá sair com os teus amigos até às tantas, eu fico com o miúdo e e espero por ti, querido!". E do outro lado ouvi "Ah, ela é uma namorada fixe!" Hum? Não! Ela é parva!


"Hunger games"



Não vi o trailer portanto não sabia ao que ia. Tudo o que sabia era o que tinha lido nas gordas dos jornais, que este filme ia ser o próximo "Harry Potter" ou o próximo "Crepúsculo"...ai ai logo ai, alto e pára e baile... que eu sou fã dos dois. "Jogos de fome" tem tudo para ser uma boa história, (e de facto é) menos o nome!

Imaginem um país dividido em 12 distritos. Todos muito pobres, escassos em alimentos e bens essenciais. E uma vez por ano vem o governo e leva consigo 2 elementos de cada distrito, um rapaz e uma rapariga. O objectivo é participarem nos "Jogos de fome". Uma espécie de Big Brother mas de onde só uma das 24 pessoas que participam sai com vida. Há um mediatismo à volta deste jogo que eu não compreendi muito bem, como é que é possível ficar a assistir à morte de 23 pessoas para haver uma que se sagra campeã?! Iupi vitória, ganhei o jogo! ... É um filme, ok!


Antes do jogo começar os concorrentes apresentam-se e o melhor que têm a fazer é deixar que o público os aprecie pois assim terão mais hipóteses de ganhar. Katniss (a protagonista, é uma jovem de 16 anos que se dá como voluntária para substituir a irmã mais nova) e Peeta são os jovens concorrentes do distrito 12 e com o nervosismo do início do jogo começam a aproximar-se.

Katniss é apontada como a grande vencedora e dentro de jogo é mesmo a mais temida. Ela e Peeta vão se aproximar, porque assim haverá mais hipóteses de ganharem o jogo, mas surge algo inesperado entre eles. E é aqui que está a minha maior dúvida, será que se apaixonam mesmo ou é estratégia de jogo?

No fim os dois estão juntos, mas só um pode ganhar o que quer dizer que só um pode sobreviver. Regras são regras. Mas as regras existem para ser quebradas.

Acabei por gostar imenso do filme pela emoção da sobrevivência, por ver aquilo que afinal somos ou não capazes de fazer para sobreviver. Tem movimento, tem história e é diferente do comum. Já há muito tempo que não via um filme assim. Já percebi que o filme é baseado em livros (que vou ter de comprar! Tenho de saber se eles são mesmo os próximos Edward Cullen e Bella Swan, né?) e que portanto haverá continuação. Não sei se é o novo Crepúsculo, mas de certeza que não é o novo Harry Potter.


"Titanic", the king of the world










Estreia hoje em formato 3D o "Titanic".
Como já aqui tinha dito não tenho especial apreço pelo 3D, precisamente porque há filmes em que não faz sentido nenhum. Neste caso, não sei, não vi, estreia hoje. Secalhar até é giro, dou o benefício da dúvida, mas não sei até que ponto iria eu às salas de cinema para ver um filme que já deu duas mil e quinhentas e vinte e seis vezes nas tardes de domingo na televisão. Eu já vi a repetição da repetição até ao ponto de mudar de canal. (Ok, ok há sempre alguma geração que ainda não viu!)

À dias li que a Kate Winslet quase tem vontade de vomitar quando ouve a música da Celine Dion que lhe deu a banda sonora. Segundo esse mesmo artigo a própria cantora dizia que o tema nunca a agradou muito. Eu sinceramente gosto e acho que lá calhou que nem ginjas.

É um grande filme, sim eu acho que é um grande filme com bons actores e boa banda sonora. À data de hoje ainda se fala dele e isso só pode querer dizer que foi bom. Gostei imenso e lembro-me da primeira vez que o vi. Era miúda e fui ver com duas amigas a uma sala de cinema "improvisada" aqui perto da zona onde moro. Mais tarde até tinha a VHS cá em casa e cheguei a ver. Depois na televisão. Mas agora, acho que até sei algumas falas de cor. (Quem que não se lembra do Jack a gritar "I'm the king of the world!" Hum, quem?).
Mas vê-lo de novo (e ao cinema) parece-me um pouco excessivo. Just saying!




"Um dia"



“- Acho que o importante é fazer alguma diferença – disse ela. – Mudar realmente alguma coisa, percebes?
- O quê, tipo “mudar o mundo”, é isso?
- Não o mundo inteiro! Só aquele bocadinho à tua volta.”
(Nicholls, 2009, pp.11)

Emma e Dexter eram amigos. Eram meio namorados. Eram, bem, depois de terminar o “Um dia” de David Nicholls, e de ver o filme também, percebi que eles eram mais que apaixonados, eram os melhores amigos. Eles conhecem-se e apaixonam-se, ainda que sem saberem, em 1988, e só voltam a estar juntos como casal longos anos depois. Durante os vinte anos que separam estas datas, e que as páginas retratam, eles apenas se encontram, conversam, trocam confidencias, sentem falta um do outro, são os melhores amigos. A Em e o Dex, o Dex e a Em.

Não percebi, no início, a ideia, o fundamento, o porquê da história se desenrolar sempre no mesmo dia de anos diferentes. Passava sempre um ano, e mais um e mais um. Pensei que se perdia a essência, que quando eu queria realmente saber uma coisa, quando tinha entrado no centro da história, simplesmente o dia 15 de Julho acabava e passava para o mesmo dia do ano seguinte. (Este andamento torna-se bastante mais atractivo em formato filme.) Mas tudo acaba por se justificar, mais tarde ou mais cedo, tudo se percebe e gostei, afinal. Tinha mesmo que ser assim. 

Fui com eles de viagem a várias cidades europeias. Fui com as inseguranças e incertezas destes dois jovens (de meia-idade). Fui com eles nas suas tristes histórias de desamor e de tristeza, de compaixão e culpa. Fui com eles na depressão e na fuga à realidade. Fui com eles nas quedas, na perda do sucesso. Entrei nas brincadeiras, nos sarcasmos, nas ironias, nos sorrisos, na volta e reviravolta das irregularidade da vida.

“- Dexter, eu amo-te tanto. Tanto, tanto e provavelmente sempre hei-de amar. Os lábios dela tocaram-lhe a face. – Só que já não gosto mais de ti, lamento.”
(Nicholls, 2009, p.225)

E no final, percebo que não podemos esperar. Que a vida não chega, de facto. Foi esta a mensagem mais importante que o David Nicholls me passou enquanto o li. São vinte anos que passam na vida destas personagens que vão envelhecendo, que vão mudando, que vão aprendendo. A vida é muito efémera, tem muito pouco tempo. E o que passou, passou. O tempo é este, é aqui e agora. Porque depois não há amanhã.

“Já não havia mais manhãs. Só havia as manhãs seguintes”
(Nicholls, 2009, 202)




Os pudins


O Ricardo Araújo Pereira esteve a ser entrevistado no programa do Jô. A parte mais divertida é quando volta a repetir a proeza que fez quando "entrevistou" Manuela Ferreira Leite no programa 'Zé Carlos'... comer pudins de uma só tirada! As brasileiras ficaram impressionadas...

Hakuna Matata!

" Timon: Olha lá, coisas más acontecem e ninguém pode fazer nada para as evitar, não é?
Simba: É
Timon: Não! Quando o mundo te vira as costas, tu viras as tuas costas ao mundo.
Simba: Não foi isso que me ensinaram.
Timon: Então, talvez precises de uma nova lição. Repete comigo: Hakuna Matata!
Simba: O quê?
Pumba: Hakuna Matata. Não há problema!"



Já está? Problemas atrás das costas? Então:
"O que é que queres que eu faça? Que me vista para o baile e que dança o 'hula'?!"


Grey's Anatomy: os crescidos!



Eles já não andam todos enrolados uns com os outros. Já não começam e terminam relações como quem troca de bisturi. Alguns já são casados e têm filhos. Estão mais maduros, mais responsáveis. Os miúdos do Seatle Grace cresceram!

A Cristina e o Owen estão casados e apesar de parecer que são muito diferentes eu acho que têm tudo a ver. Excepto quanto à parte em que ele quer muito ser pai e ela não quer nada ser mãe. A Torres e a Robinson estão casadas e têm uma filha, a Sofia, que partilham com o pai Mark.(33% das decisões para cada um!)  Mas quando é que o McSteamy se faz à vidinha e volta a andar com a Little Grey? A Meredith e o Derek estão casados e agora têm consigo a pequena Zola. Mais uma prova para o relacionamento dos dois que estava meio chato!

Eles estão mais sérios. Já não vão beber pró bar e já não dançam em cima do sofá!
Nesta temporada os pupilos da Dra Bailey (pelo menos os que restam) estão preocupados em consolidar suas vidas e carreiras, escolhendo a sua especialidade enquanto cirurgiões (Alex Karev como pediatra?! Seriously?!) enquanto que a própria Bailey está mais virada para o seu relacionamento amoroso com o enfermeiro. Eu disse que estavam mais crescidos?!


"In time"



"Tempo é dinheiro", costuma-se dizer. Mas no filme "In Time" realmente o tempo é dinheiro. Confusos? As pessoas vivem com o tempo contando, recebem tempo quando trabalham e gastam tempo quando adquirem bens. Quando a conta chega a zero, morrem, fim da linha! No filme, como na vida, os ricos vivem melhor porque têm mais dinheiro tempo para gastar. Ninguém precisa ter pressa. Os ricos podem viver para sempre!

Justin Timberlake é Will Salas e vive, literalmente, um dia de cada vez. Mas a sua vida muda quando conhece um homem que lhe dá, em tempo, mais de um século de vida. Com este tempo ele consegue mais e mais e tal Robin Hood distribui pelos que mais precisam...de graça! A contagem começa aos 25 anos e a partir daí nunca mais ninguém envelhece.

Will vai conhecer uma rapariga que é... como devo explicar?! Ah já sei...de outro nível social! Ou seja, enquanto ele tem de ganhar um dia de cada vez, ela tem dez anos na sua conta, que foram oferecidos pelo pai, um homem poderoso... enfim, tempo é coisa que não lhe falta! Mas no meio de tudo isto Will e Sylvia têm de fugir aos "guardiões do tempo" (algo que nós conhecemos por polícia)!

Quantas vezes nos queixamos de falta de tempo?
Ter tempo, aqui, é uma questão de sobrevivência.
Tempo é dinheiro, tempo é vida, tempo afinal é tudo.
Mas queremos mesmo viver para sempre?

Fica o trailer deste filme que preencheu a tarde de domingo e que merece 5 estrelas :)



"Os descendentes"

Ele diz que as pessoas acham que só porque ele vive no Havai a vida é fácil. Acham que é o paraíso. Porquê? Quem lá mora não tem cancro na mesma? Não tem problemas na vida? Não tem que trabalhar?

Ele diz que as pessoas acham que só porque ele vive no Havai passa do dia a beber 'cocktails' e a fazer surf. Só que ele não pega numa prancha há 15 anos.

Ele é George Clooney na pele de um homem de negócios, que fica com duas filhas na adolescência após a mulher entrar em coma, altura em que ele descobre que a afinal a mulher não era a companheira leal que ele pensava.

Paraíso? O paraíso não é isto!

As  imagens mostram momentos do filme marcantes. Partes cómicas. Partes mais emotivas quando pai e filhas voltam a dar as mãos e o momento final. Por tudo isto, fica também o trailer.




"Once upon a time"




E pronto podia ser só assim… o principio tradicional dos contos de fadas. Porque é que se chamam contos de fada às histórias infantis? Mas não. A série "Once upon a time” (título original) traz de volta o mundo das princesas e príncipes encantados. E como qualquer típica história também tem a bruxa má, sem a qual não havia enredo suficiente para fazer a história durar.

No fundo a bruxa má é sempre a personagem mais interessante. A sério?! Então não é ela que tem as ideias todas? (Tipo a maçã que mata a Branca, o fuso que adormece a Bela, a poção que dá pernas à sereia mas que lhe tira a voz.) Ah mas também há homens… o Jafar, por exemplo "akuna matata" se o pai não tivesse morrido às mãos do Scar, o tio mau que queria tomar conta do reino. E no final, os senhores das trevas morrem porque chega uma fada boa ou um génio da lâmpada e todos vivem felizes para sempre. Fim.

Esta série da ABC, escrita pelos mesmos autores do "Lost", vai misturar a realidade com a ficção, entre  eles, os personagens, e nós, os espectadores. Eles não sabem distinguir a verdade da fantasia e nós… também não.
Uma das principais personagens já é nossa conhecida. Jennifer Morrison foi Allison Cameron, uma das médicas da equipa do fofíssimo Dr. House, e é agora Emma Swan, a chave do mistério. (E isto percebe-se logo no primeiro episódio.)
A mim dava-me jeito um grilo falante, mas com esta série só posso recordar as histórias que me contavam e perceber que na vida real "a capuchinha vermelha" podia ter sido gaja “porreira pá”!

(1ª temporada)

"A invenção de Hugo Cabret"


Estava nomeado para onze óscares. Fui vê-lo na sexta-feira. Só vi o trailer mesmo antes de ir e nem estava a espera de nada só pelo elevado número de nomeações. Gostei mas a minha imaginação foi mais além. Durante o filme fui imaginando vários finais para chegar ao fim e descobrir que não acertei em nenhum.

Não sou fã do 3D mas sei reconhecer quando se justifica e não é o caso. Assim como também não achei que fosse ganhar metade das categorias para as quais estava nomeado. É um filme interessante mas não é “o tal”.

Hugo Cabret é uma criança, bastante fofa por sinal, que vive sozinha na estação de comboios de Paris. Só por ser Paris, já adoro! Antes de morrer o pai deixa-lhe um boneco de ferro pronto a escrever uma mensagem…mas precisa de ser arranjado. É essa grande missão do rapaz, terminar a obra, que o pai lhe deixou, com os seus conhecimentos de relojoaria. Esperto, aventureiro e comovedor, Hugo tem aliados na jornada, desvenda o mistério e descobre o caminho para casa, filosoficamente falando.

A história de Martin Scorsese acabou por empatar a noite de óscares, deste domingo, com “O artista”, cinco estatuetas para cada um. Ainda assim, Hugo perdeu, claramente, a noite arrecadando os prémios de menor relevância. Ganhou nas categorias de “efeitos visuais”, “fotografia”, “direcção de arte”, “mixagem” e “edição de som”.