Se a moda pega...


Já me estou a imaginar a andar de pijama na rua. Ui, no inverno mais quentinho e confortável nem imagino!  Estou a brincar, ou…secalhar não! É que o pijama agora é moda, é tendência eu sei lá! Há “roupas” que parecem pijamas e estão a fazer sucesso. E os famosos de todo o mundo já estão a adoptar!

Eu adoro o meu pijama. Também posso levar pantufas?!

Revista Sábado, quinta-feira, 1 Março 2012

"In time"



"Tempo é dinheiro", costuma-se dizer. Mas no filme "In Time" realmente o tempo é dinheiro. Confusos? As pessoas vivem com o tempo contando, recebem tempo quando trabalham e gastam tempo quando adquirem bens. Quando a conta chega a zero, morrem, fim da linha! No filme, como na vida, os ricos vivem melhor porque têm mais dinheiro tempo para gastar. Ninguém precisa ter pressa. Os ricos podem viver para sempre!

Justin Timberlake é Will Salas e vive, literalmente, um dia de cada vez. Mas a sua vida muda quando conhece um homem que lhe dá, em tempo, mais de um século de vida. Com este tempo ele consegue mais e mais e tal Robin Hood distribui pelos que mais precisam...de graça! A contagem começa aos 25 anos e a partir daí nunca mais ninguém envelhece.

Will vai conhecer uma rapariga que é... como devo explicar?! Ah já sei...de outro nível social! Ou seja, enquanto ele tem de ganhar um dia de cada vez, ela tem dez anos na sua conta, que foram oferecidos pelo pai, um homem poderoso... enfim, tempo é coisa que não lhe falta! Mas no meio de tudo isto Will e Sylvia têm de fugir aos "guardiões do tempo" (algo que nós conhecemos por polícia)!

Quantas vezes nos queixamos de falta de tempo?
Ter tempo, aqui, é uma questão de sobrevivência.
Tempo é dinheiro, tempo é vida, tempo afinal é tudo.
Mas queremos mesmo viver para sempre?

Fica o trailer deste filme que preencheu a tarde de domingo e que merece 5 estrelas :)



"Os descendentes"

Ele diz que as pessoas acham que só porque ele vive no Havai a vida é fácil. Acham que é o paraíso. Porquê? Quem lá mora não tem cancro na mesma? Não tem problemas na vida? Não tem que trabalhar?

Ele diz que as pessoas acham que só porque ele vive no Havai passa do dia a beber 'cocktails' e a fazer surf. Só que ele não pega numa prancha há 15 anos.

Ele é George Clooney na pele de um homem de negócios, que fica com duas filhas na adolescência após a mulher entrar em coma, altura em que ele descobre que a afinal a mulher não era a companheira leal que ele pensava.

Paraíso? O paraíso não é isto!

As  imagens mostram momentos do filme marcantes. Partes cómicas. Partes mais emotivas quando pai e filhas voltam a dar as mãos e o momento final. Por tudo isto, fica também o trailer.




"Once upon a time"




E pronto podia ser só assim… o principio tradicional dos contos de fadas. Porque é que se chamam contos de fada às histórias infantis? Mas não. A série "Once upon a time” (título original) traz de volta o mundo das princesas e príncipes encantados. E como qualquer típica história também tem a bruxa má, sem a qual não havia enredo suficiente para fazer a história durar.

No fundo a bruxa má é sempre a personagem mais interessante. A sério?! Então não é ela que tem as ideias todas? (Tipo a maçã que mata a Branca, o fuso que adormece a Bela, a poção que dá pernas à sereia mas que lhe tira a voz.) Ah mas também há homens… o Jafar, por exemplo "akuna matata" se o pai não tivesse morrido às mãos do Scar, o tio mau que queria tomar conta do reino. E no final, os senhores das trevas morrem porque chega uma fada boa ou um génio da lâmpada e todos vivem felizes para sempre. Fim.

Esta série da ABC, escrita pelos mesmos autores do "Lost", vai misturar a realidade com a ficção, entre  eles, os personagens, e nós, os espectadores. Eles não sabem distinguir a verdade da fantasia e nós… também não.
Uma das principais personagens já é nossa conhecida. Jennifer Morrison foi Allison Cameron, uma das médicas da equipa do fofíssimo Dr. House, e é agora Emma Swan, a chave do mistério. (E isto percebe-se logo no primeiro episódio.)
A mim dava-me jeito um grilo falante, mas com esta série só posso recordar as histórias que me contavam e perceber que na vida real "a capuchinha vermelha" podia ter sido gaja “porreira pá”!

(1ª temporada)

O lobby da marmita!







Antes, levar a lancheira para o trabalho era sinal de falta de dinheiro, hoje também é é sinal de que os tempos estão a mudar. Já ninguém olha de lado para quem chega com os tupperwares como se fossem seres de outro planeta. Aliás, hoje em dia os refeitórios ou bares das empresas já nem são a mesma coisa se não tiverem microondas, e são cada vez mais aqueles que aderem ao gangue da marmita. Eu faço parte do clube.

Não é nada por causa da austeridade e do aumento dos preços, que disparate, é porque está na moda!

E está. Quem o diz é a Mescla Store e a Smartlunch. Percebi que realmente o lobby da marmita existia quando li o artigo da Visão, de 9 de Fevereiro, e a notícia do jornal I que falavam nestas duas lojas com estilo. E depois disto tudo ainda se pode poupar levando a comida de casa, que inovação!

Eu cá fico-me pela minha lancheira cor-de-laranja às riscas onde cabe tudo. E hoje quando for hora do jantar é só preparar a mais e depois "empacotar" para amanhã.