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Os amigos são alegria

Cuba. Alentejo. Herdade do Gizo.
Calma, paz, sossego, silêncio.
Cuba é calma e o Alentejo é lento.
Eram assim. Até nós chegarmos.

Costumo dizer que há fins-de-semana que contam como férias. São tão grandes, tão cheios.
Este fim-de-semana foi um deles. Foram dois dias que valeram por cinco ou seis. Deu tempo para tudo. Foi cheio em sorrisos. Foi grande em diversão e em momentos para rir outra vez cada vez que me lembro.
Houve verão, sol e calor. Houve chuva e trovoada. 
Petiscos.
Amigos, canções e coisas loucas!
Obrigada.

E depois...
o Alentejo voltou à tranquilidade habitual.











Para fora, cá dentro III

A praia da Marinha foi a melhor do Verão. Fica em Armação de Pêra. Para lá chegar é preciso descer uma escadaria gigante, mas vale bem a pena. 



Há duas pequenas praias. Ou melhor, dois pequenos pedaços de areia. E para passar de um lado para o outro é necessário ir a nadar. Nesta praia, há visitas guiadas às grutas mas eu...preferi descobrir sozinha...






Pois, eu bem disse no post anterior que este desastre tinha acontecido!

Praia Senhora da Rocha, Armação de Pêra, Porshes

Relacionados:
Para fora, cá dentro II
Para fora, cá dentro I
Meu querido mês de Agosto (de 2012)


Para fora, cá dentro II

 A praia e os petiscos ao final do dia são o melhor sabor do verão. 




Praia da Galé, Albufeira



Praia dos Salgados, Albufeira



Para fora, cá dentro I

Algarve. O sítio onde há tudo. Há sol, areia e mar. Há descanso. Há noites animadas. Há pessoas, movimento, sons e luz. Há piscinas, onde se anda de escorrega com os braços nos ar. E há bolas de berlim mais baratas do que cá em Lisboa...

O primeiro dia foi na Meia Praia, em Lagos.




O destino era Armação de Pêra. A praia estava um bocado lotada. Os senhores das toalhas ao lado (e a toda a volta) conseguiam ler o meu livro e eu ia sabendo através das revistas deles as últimas notícias cor-de-rosa. Mas tudo bem! Não sou egoísta e conseguimos partilhar amigavelmente. Estive quase para lhes perguntar se queriam da minha fruta...

Depois do almoço, a praia era quase fantasma. Havia toalhas, havia chapéus, cadeiras e tudo, mas não havia pessoas. Nem espaço.





Faro
Praia de Vilamoura

Marina de Vilamoura

Gelado, Nosolo Italia, marina de Vilamoura

Sábado à tarde


He he he

A exposição do riso está no Museu da Electricidade até ao final de Fevereiro. Todos os sábados às 17h há humoristas em palestras para rir mais um bocado. (No sábado em que eu lá estive, assisti a uma conversa com Herman José.)
E como o melhor se deixa para o fim, convém dizer que a visita é grátis!






Quando o bom supera o mau...


Andei a passear pela Baixa que não é só linda de dia, também é linda de noite.

Há coisas ali que continuam sem ter explicação. Então, tantos turistas, tanta mistura de línguas, tantos flashes de câmaras no nosso património, e nem uma lojinha aberta para contar a história? Sim, aquelas lojas com produtos regionais e coisas giras para os estrangeiros levarem para a família... E mesmo as outras, tanto comércio para o turista ajudar a nossa economia, tanto comércio para ajudar a luta contra o desemprego que nos persegue... Nada aberto! Claro que os restaurantes e gelatarias estavam abertos, eu estou a falar das lojas em si. Sei que muitas delas nem devem ter, infelizmente, movimento de dia, quanto mais de noite, mas há algumas que eu acho que valia mesmo a pena estarem abertas.
Depois há aquelas pequeninas e perdidas, tão escondidas, nas ruas menos frequentadas e menos limpas, o que também é uma pena, não haver mais cuidado com a preservação das ruas e edifícios que carregam história às costas.

Mas, deixando o melhor para o fim, muitas coisas estão a melhorar. E o que é bom...é muito bom! Por exemplo, o Terreiro do Paço está fantástico, como há muito fazia falta. Belas esplanadas, óptimas para um final de tarde ou para um jantar, especialmente com uma noite como aquela que estava hoje. O sol demorou a ir-se embora, teimava em dar-nos aquelas cores bonitas para melhor contemplar a paisagem sobre a outra margem. Foi preciso chegar Setembro para esta noite de calor?!

Meu querido mês de Agosto


Andam a dizer que o querido mês de Agosto já está a acabar. Por isso ficam as recordações das férias de verão. Have fun!



Lisboa é lindaaaa!

Lisboa é menina, é moça. Cheira bem. Lisboa que queria ser francesa. Lisboa que eu amo. A Lisboa que eu visitei hoje tem mil canções. E com razão.
Havia estudantes que sentados nas escadas desenhavam o que a cidade tem para lhes dar, mesmo ali onde o Camões olhava para eles. As castanhas do outono deram lugar às cerejas. Agora vendem-se cerejas nas ruas. Vendem-se flores, vendem-se gelados. Lisboa também é palco de artistas que fazem espectáculos com bolas de sabão ou guitarras. Ainda existe a carrinha do fado na Rua do Carmo. E os turistas? Os turistas caminham, com peles claras debaixo do calor, com máquinas em punho. E hoje eu fui imitá-los.

Encontrei um Terreiro do Paço em obras e pessoas a molhar os pés no Tejo mesmo ali onde me sentei a olhar para a outra margem. Passei depois pela rua mais cara do monopólio onde as pessoas andavam em passeio cada vez com menos sacos de compras. Mas nas esplanadas,à fresca, a crise nem se nota de tão poucos lugares vazios.
O MUDE está decorado de uma forma diferente. Coberta de post-it a fachada do Museu de Arte e Moda tem como objectivo ter em cada papelinho uma ideia para Lisboa. E somos nós mesmos que as podemos escrever, ainda há muitos vazios.
Dei uma volta perto do Nicola, vi o elevador de Santa Justa, subi a Rua do Carmo passando pelos Armazéns do Chiado até chegar ao largo Camões. E há Santos Populares no ar o que torna Lisboa ainda mais especial.
Lisboa é lindaaaa (convidem-me para a revista no parque mayer que eu tenho muito jeito)!

Bocadinhos de férias II



E se eu não lhes chamasse férias e dissesse que foram uns dias de descanso?
Melides foi o destino escolhido para estes quatro dias. Gostamos muito de acampar e íamos para o parque de campismo da Galé, mas tudo fosse perfeito sem nada acontecer não seria nada normal... Estava cheio, havia um encontro qualquer de estudantes e voltamos recambiados. Ficamos noutro parque que não conhecíamos.

Correu tudo maravilhosamente bem se não contarmos com o facto de termos de andar anos para comprar o pão ou beber café, mais dois séculos para comprar protector solar (que entretanto acabou), mais dois mil e quinhentos anos para comprar, de emergência, algo para as melgas, é que enquanto nós tentávamos jantar elas também nos tentavam jantar a nós! Basicamente, o parque não tinha lá nada perto sendo que todas as deslocações eram feitas à custa da gasolina.
Fora esses muitos problemas foram dias de muito sol na face, é que apesar de estar uma ventania dos diabos, junto do para-vento estava um calorzinho tal e qual México, mergulhos, muita leitura e principalmente descanso. "Não Fazer Nada" é uma actividade para a qual eu tenho bastante jeito.

E agora que estes dias acabaram nada melhor do que começar já a planear os próximos (que não estão assim tão longe quanto isso.) Além da tarefa "Não Fazer Nada" também tenho uma aptidão acima da média para planear férias: locais a visitar, passeios, praias onde dar mergulhos, essas coisas chatas. Sim, faço isso bastante bem.


Bocadinhos de férias