Lost, dez anos

As relações humanas. A força do destino. O Karma. A vida. A morte. O limbo... afinal o que acontece quando morremos?

Há muitas teorias para justificar aquilo que foi a série Lost. Provavelmente foi a melhor série de todos os tempos. Para mim foi. Tinha todos os ingredientes para me prender. Suspense. O passado, o presente e o futuro. Vidas cruzadas. Mistério. Questões, muitas questões. Um enredo brilhante. Uma ideia genial, embora muitas vezes confusa e sem sentido (são assim os grandes génios).

O final não foi para mim o melhor, na altura. Talvez hoje, a esta distância, consiga perceber melhor e compreender que não havia outra hipótese nem outra explicação. O desfecho teria de ser sempre aquele.
Afinal o que acontece quando morremos? Pensamos em tudo menos nesta questão enquanto vemos Lost. E afinal era só isto, a base de tudo era esta pergunta! Afinal eram mesmo só teorias acerca de como as pessoas olham para as suas vidas. E só por isso, foi e é ainda mais brilhante.

A série faz agora dez anos. Para comemorar alguns actores reuniram-se para falar de coisas que ficaram por explicar e foram desafiados a resumi-la... em trinta segundos. Começam a surgir, também, pormenores e coisas que ninguém sabia. Afinal, Vicent, o cão...era uma cadela!



Relacionados:
* Dos criadores de Lost, a série Once Upon a Time, onde Jorge Garcia  ("Hurley") tem uma pequena participação como o gigante de "O pé de Feijão". Também Charlotte (Rebecca Mader) faz parte desta série, recentemente. É a bruxa do Feiticeiro de óz.
*Ian Somerhalder, deu vida a Bonne em Lost, apenas nos primeiros episódios. Hoje é um sucesso com a personagem Damon, em Vampire Diaries

Who run the world?

A Beyoncé deu espectáculo. Eu achei que mais do que um concerto foi um espectáculo de música. A senhora dá-lhe muito. Canta muito, meu deus, canta mesmo muito. E dança muito. É poderosa e podre de boa, pronto já disse! Deu um show, adorei!

Já ouvi várias críticas dizendo que ela dançou de mais e cantou de menos. De facto podia ter cantado mais músicas. Senti realmente falta de "Listen", "I was here", "Best thing I never had" e "If I were s boy", mas tudo bem, ela apostou no novo álbum, e em músicas com mais movimento para mostrar o corpinho sem celulite! Quase que me cobriu essa falha, cantando umas das que mais gosto, "Love on top", cheia de energia positiva, no meio do público, lá em baixo.
Mais importante do que isso, ela surpreendeu Lisboa quando o maridão apareceu a cantar com ela "Drunk in love". No fundo, toda a produção estava no auge. O som, a luz, os vídeos, o espaço, tudo coordenado. Um verdadeiro espectáculo de música.

Diz-se hoje que a lady caiu. Eu realmente vejo um bocado mal ao longe e não dei por nada. Estava mais ocupada a reparar que ela esteve o tempo todo a levar com ventoinhas na cara, o que realmente pode dar um ar muito sexy, mas saudinha da boa, não deve dar a ninguém! Além de que os seus cabelos gigantes estavam de certo um pouco espigados!

Tenho pena de não estar perto do Meo Arena hoje. Queria ver o negócio que alguém deve estar a fazer com todos os chapéus de chuva que as pessoas foram obrigadas a deixar ontem à porta! Cinco euros cada um e alguém ficará muito...excêntrico!






O melhor do meu dia # sol

De manhã ginásio. Almoço numa esplanada em Lisboa e um passeio juntos aos Jerónimos. Tarde com a família e jantar com amigos. 
Outra manhã de ginásio. Almoço junto à praia, em Sesimbra. Um sol bom para repor energias com direito a pé na areia. Gelado de final de tarde. 
Fim-de-semana completo, cheio de sol, como eu tanto gosto. 
Boa semana!

New world

Wake me up




Quem é que teve esta ideia # 4

Hoje despachei o ginásio logo cedo, pela fresca.
Nunca imaginei um dia na vida acordar e levantar-me para ir fazer ginástica. Sempre achei estúpido, na escola, ou qualquer outro lugar do mundo, levantar cedo para fazer ginástica. Poupem-me o espírito.
E hoje fui, contra todas as crenças, às oito da manhã.
Tenho fome.


Carnaval hoje

Já fui capuchinho vermelho. Foi o meu primeiro fato. Foi o mais giro de todos. E fazia questão de levar mesmo bolinhos numa cesta para a minha avó. Depois disso, fui palhaço, fada, princesa, noiva, cigana, espanhola...e em todos eles a minha mãe fazia questão de me fazer uma pinta preta na bochecha, até hoje não sei porquê...
Na escola básica fui de pijama e de punk...duas coisas que davam realmente muito trabalho! Na realidade, eu acho que depois do capuchinho vermelho nunca mais gostei, nem das pinturas, nem dos fatos, nem das cabeleiras, sempre odiei cabeleiras!