Fire to rain

Se eu disser que gosto de chuva vocês acreditam?! É bom para a agricultura e por consequência para a economia nacional. Mas suja os carros, causa inundações, obriga a andar com a umbrella atrás, a calçar galochas e vestir gabardines.
Não tenho galochas nem gabardines e nunca ando com chapéu de chuva,  portanto, não gosto de chuva.


Nada para calçar...

Há quem diga que não tem nada para vestir, a mim agora preocupa-me o facto de não ter nada para calçar.

Pronto, então é o seguinte, como eu vou estar a trabalhar no fim-de-semana e não posso ir à procura, se alguém por algum acaso da vida, os encontrar e, num momento de ternura, me quiser oferecer, eu aceito.



"Um dia"



“- Acho que o importante é fazer alguma diferença – disse ela. – Mudar realmente alguma coisa, percebes?
- O quê, tipo “mudar o mundo”, é isso?
- Não o mundo inteiro! Só aquele bocadinho à tua volta.”
(Nicholls, 2009, pp.11)

Emma e Dexter eram amigos. Eram meio namorados. Eram, bem, depois de terminar o “Um dia” de David Nicholls, e de ver o filme também, percebi que eles eram mais que apaixonados, eram os melhores amigos. Eles conhecem-se e apaixonam-se, ainda que sem saberem, em 1988, e só voltam a estar juntos como casal longos anos depois. Durante os vinte anos que separam estas datas, e que as páginas retratam, eles apenas se encontram, conversam, trocam confidencias, sentem falta um do outro, são os melhores amigos. A Em e o Dex, o Dex e a Em.

Não percebi, no início, a ideia, o fundamento, o porquê da história se desenrolar sempre no mesmo dia de anos diferentes. Passava sempre um ano, e mais um e mais um. Pensei que se perdia a essência, que quando eu queria realmente saber uma coisa, quando tinha entrado no centro da história, simplesmente o dia 15 de Julho acabava e passava para o mesmo dia do ano seguinte. (Este andamento torna-se bastante mais atractivo em formato filme.) Mas tudo acaba por se justificar, mais tarde ou mais cedo, tudo se percebe e gostei, afinal. Tinha mesmo que ser assim. 

Fui com eles de viagem a várias cidades europeias. Fui com as inseguranças e incertezas destes dois jovens (de meia-idade). Fui com eles nas suas tristes histórias de desamor e de tristeza, de compaixão e culpa. Fui com eles na depressão e na fuga à realidade. Fui com eles nas quedas, na perda do sucesso. Entrei nas brincadeiras, nos sarcasmos, nas ironias, nos sorrisos, na volta e reviravolta das irregularidade da vida.

“- Dexter, eu amo-te tanto. Tanto, tanto e provavelmente sempre hei-de amar. Os lábios dela tocaram-lhe a face. – Só que já não gosto mais de ti, lamento.”
(Nicholls, 2009, p.225)

E no final, percebo que não podemos esperar. Que a vida não chega, de facto. Foi esta a mensagem mais importante que o David Nicholls me passou enquanto o li. São vinte anos que passam na vida destas personagens que vão envelhecendo, que vão mudando, que vão aprendendo. A vida é muito efémera, tem muito pouco tempo. E o que passou, passou. O tempo é este, é aqui e agora. Porque depois não há amanhã.

“Já não havia mais manhãs. Só havia as manhãs seguintes”
(Nicholls, 2009, 202)




Bora fazer balões?!


Quem é que nunca mascou (que raio de verbo..."mascar", eu masco, tu mascas...) pastilhas gorila? Vá, cheguem-se à frente! Toda a gente já provou, não é? Mais, toda a gente já meteu mais do que uma na boca só para fazer um balão maior. E todos ficaram contentes quando surgiram as "super gorila", aquelas em tamanho xxl, pois, calculo!

Pronto, eram mesmo boas, apesar de perderem o sabor muito rapidamente, mas isso agora não interessa nada (onde é que eu já ouvi isto?). Havia vários sabores, dentro de caixas vermelhas, elas eram de todas as cores. Amarelas de banana, cor-de-laranja de laranja (a sério?!) cor-de-rosa de tutti-fruti, vermelhas de morango, era assim não era? E depois por dentro... traziam sempre um papelinho com um boneco qualquer (gorilas, claro!) e uma frase... normalmente o tal papelinho rasgava-se quando se abria o papel, facto que me fazia ter de abrir sempre com muito cuidado, pelos lados, tipo embrulho de natal, para sair na perfeição.

As gorilas estão de volta (talvez nunca tenham chegado mesmo a desaparecer). Vieram em força, mudaram a imagem, têm novos sabores, estão mais jovens e frescas que nem umas alfaces! Hoje li, na Exame, a história do nome, que eu desconhecia. Então é assim, corriam os anos 70 quando um dos fundadores da empresa chegou perto da filha e de uma amiga e lhes perguntou que nome davam a uma marca de pastilha. Foi a amiga, meio envergonhada, que soltou um "gorila" e depois... puf, 'bora' fazer balões?! Importa dizer que enquanto escrevo este texto acabo por constatar que  quando eu nasci já elas eram muito vividas prestes a entrar na idade adulta, as meninas gorila tão crescidas que já estavam.

Quando eu era pequena, os meus avós tinham um café e maior lembrança que tenho das pastilhas gorila no meu universo infantil é precisamente o facto de poder tirar uma quando bem me apetecia!

Estilo havaiana no pé



Já é para andar à fresca? Sim? Ok, já se pode tirar as roupas giras de verão do armário (adoro esta parte do ano, em que parece que tudo é novo só porque já não visto à muito tempo). Mas sandálias e havainas nos pés? Já é para usar? Temo que os meus pés ainda fiquem algum tempo "armazenados". Aliás, os meus pés são a última coisa a ver-se, talvez lá para Junho eles e digam "oi" ao mundo. Ok, até posso não usar botas, claramente já lá vai a época, mas pés à mostra já?

Já vi em revistas a revolta das havaianas, muitas havainas, sempre as havainas, tipo raparigas na fase da adolescência, loucas para sair do armário, "leva-me, leva-me". São amarelas, cor-de-rosa, azuis, brancas. São com bolinhas, com estrelinhas, com riscas, com desenhos, com aplicações. Umas têm salto, outras uma fita à volta do tornozelo. Servem para a praia, servem para a cidade, servem para o campo... E para fritar ovos e fazer chamadas também servem? Elas são de todos os feitios, com bonecos e bonequinhos, ficam bem em qualquer roupa, dá um ar super 'fashion' e moderno e confortável. Tão giras, tão tudo, que até me irritam. Queria ter umas 53, com um compartimento especial só para elas no armário, mas eu não gosto de havainas.


Brinquedos de ontem e de hoje


Comprar uma prenda para as crianças de hoje é mais difícil do que escalar o Evereste. Ou é porque já têm, ou é que porque há muita oferta ou é porque são muito exigentes... Tentei comprar um jogo de tabuleiro mas deparei-me com o velho Pictionary em formato Wii. Ora vamos lá perguntar a uma criança se prefere desenhar num papel tradicional, sempre a mesma coisa, ou pintar numa espécie de quadro interactivo e ver o seu desenho na televisão? Hum, hum...

Hoje em dia há vários formatos do nosso (nosso!) Monopoly, ele é com cartão de crédito, ele é versão especial júnior, especial edição xpto, cidades do mundo, cidades nacionais, hotéis de 5 estrelas, eu sei lá, mas esses tabuleiros acabam por ser até mais caros do que os interactivos para playstations e derivados. Hoje, há trezentas edições do Party&Co, do Trivial Pursuit, do Cluedo... mas eles lá querem saber disso quando podem estar com um comando na mão!

Eu também tinha isso tudo, embora num formato bastante mais amador. Era qualquer coisa hoje considerada um primórdio de uma playstation numa época pré-histórica lá bem distante (a minha infância!). Naquela altura, era mesmo muito à frente, ok?! Afinal de contas, sou uma privilegiada, vivi o melhor dos dois mundos.  Porque apesar disso ainda me lembro de quando andava para trás e para a frente com os nenucos, dando-lhe comida,de quando fazia casas para as barbies e de quando brincava às cabeleireiras. Nessa altura dedicava-me a meter rolos no cabelo de uma boneca, e como não tinha um secador de mise (como assim não tinha?!) metia-lhe um saco que ia dar ao mesmo! Cansava-me da brincadeira mais ou menos aí e ia brincar a outra coisa qualquer. (Ia dar com a boneca, dias depois, ainda com o tal saco o que significava que era hora de uma nova ida ao meu salão.)

A vida é feita de sonhos, mas não devia...

Frase by Fernando Pessoa
Tenho, tenho em mim todos os sonhos do mundo, mas também tenho mais guias turísticos guardados do que viagens feitas!

You Know who I am

All you dreamers keep dreaming
And let those dreams rise into the light
Go find someone who loves you
To leave those dreams throught
Don't you go get swallowed by the night

And I love you 'cause you know who I am




Friday's night

Publicidade Sumol - I love it!!

Portanto, enquanto este dia não chega...fiquem felizes, é sexta-feira! E podemos sair e dançar. E levantar os braços de tão contentes, de tão livres. Podemos dar gargalhadas, mais... podemos ficar com dor de barriga de tanto rir. Podemos cantar. E é isso...podemos passar momentos bons, divertidos e o melhor é que amanhã é sábado e podemos descansar (pelo menos até ser noite outra vez!!!) e ver filmes e comer pipocas em pleno sofá, podemos passear (de ténis, porque a noite anterior acabou com os nossos pés) podemos ir às compras (e não comprar nada), podemos fazer tudo porque depois é domingo e podemos... aproveitem, é fim-de-semana e sair à noite AINDA não é só ir pôr o lixo ao contentor!


Forever young

Por falar em idade faz sentido colocar duas versões da música "forever young". 
Querem mesmo ser para sempre jovens? Querem mesmo viver para sempre?



Antes dos 25...



O Peter Pan é que a sabia toda. Conseguiu fintar a idade e pimba foi viver para a Terra do Nunca. O menino que voava e não queria crescer...
Devia fazer uma lista das coisas a fazer antes dos 25! Alguma coisa assim do género:
Andar de balão;
Ir à maior montanha russa do mundo;
Fazer budding jumping;
Fazer um InteRail;
Tirar aquela foto ridícula a segurar a torre piza;
Sair duas noites seguidas de saltos altos;
Ir aos festivais de verão TODOS (este já não vai a tempo);
Cantar num karaoke (ups, este já está!!!);
Comer brócolos (esta talvez fique mais para os 30).

Bem, mas tendo em conta o que escolhi para lista... o melhor mesmo é aproveitar enquanto não sofro de  síndrome de Peter Pan!

Os pudins


O Ricardo Araújo Pereira esteve a ser entrevistado no programa do Jô. A parte mais divertida é quando volta a repetir a proeza que fez quando "entrevistou" Manuela Ferreira Leite no programa 'Zé Carlos'... comer pudins de uma só tirada! As brasileiras ficaram impressionadas...

C'est le printemps à Paris



Esta mania das padarias agora serem todas tipo francesas é mesmo…uma mania! São giras e tal, os bolinhos são bons mas e depois? São tipo francesas porquê? O que têm a ver com Paris? São caras e têm macarrons e croassants, é isso?! Ah, já podiam ter dito!
Paris não é isso. Paris é 'a cidade'!
Neste dia em que a primavera chegou é bom recordar Paris.

Dia 1 # 20 Março 2008
Para a primeira vez que ia andar de avião, nada podia ser melhor do que ficar no aeroporto retida porque tinha deixado passar a validade do BI. Sim, sim, a minha extrema organização! Nunca tinha viajado está bem?! Lembrei-me lá de ver isso! Em vez que partir às 7h da manha, o máximo que foi possível, depois de passar o dia a renovar a coisa, foi embarcar às 17h da tarde. Já era de noite quando lá cheguei e sabem que mais... a Torre Eiffel é incrível à noite.



Dia 2 # 21 Março 2008
Graças ao atraso que provoquei no primeiro dia, só restava este dia para conhecer a cidade. Botas confortáveis, casaco e cachecol.  Foi um dia muito, muito longo. Era o primeiro dia de Primavera, mas nevou em Paris.  Primeira paragem: cimo da Torre Eiffel. Só deu para subir até ao segundo andar pois estava muito mau tempo. Sempre a pé, passeio até encontrar o Arc du Triomphe, os champs Élysées, la place de la concorde, le Louvre, la Notre Dame, le Sacre Coeur, le Moulin Rouge (tudo assim dito em francês até fica mais chique). Máquina fotográfica em punho que eu não faço a coisa por menos!





Dia 3 # 22 Março 2008
Dia de DisneyLand Paris. É mentira se disserem que os adultos só vão por causa das crianças!





To be happy



"Gratitude, appreciation, giving thanks. No matter what words you use, they all mean the same thing. Happy. We're supposed to be happy. Grateful for friends, family. Happy just to be alive, whether we like it or not!"

(Grey's anatomy quote)

Don't let...




Experiências...



Há experiências e experiências não é?! E esta foi... no mínimo estranha. Já estão a pensar que eu fiquei louca de vez, mas não. Eu não comi aquilo! Quer dizer, não gosto de cento e trinta e sete coisas do dia-a-dia "normal" e depois ia comer sushi, nah! Não me parece. Já tinha ido a restaurantes japoneses e nunca comia nada além daqueles rolinhos giros que têm frutinha. Ontem a experiência foi um pouco (muito pouco!) mais longe. Continua a não me parecer nada bem comer estas ditas coisas cruas. Nem a carne pode ser mal passada e ia agora comer disto, blargh! Portanto, o que aconteceu ontem no Arigatô foi o seguinte: comi sushi... cozinhado. E com fruta vá. Sendo que o meu preferido é mesmo o que nem sequer chega a levar arroz! :)
Bom, aquilo tem muitos sabores misturados e coiso e tal e após várias tentativas em restaurantes deste género, continua-me a parecer muito esquisito e continuo a nem sequer ter assim muita vontade de experimentar. Tenho que comer aquilo tudo ao mesmo tempo e depois não sei o que está lá dentro e depois... blargh! 
Continuo a comer a frutinha e já tou muito à frente!

Eu e o desporto



Se há coisa para a qual não tenho jeito nenhum, é desporto! Eu até gosto e tento. A sério! Juro! Oh!
Por exemplo, no sábado fui a uma aula experimental de body balance...mas fiquei um bocado dorida, secalhar já tenho uma certa idade! No domingo (hoje) fui jogar ténis, que eu gosto, mas com as dores que já tinha do dia anterior, não correu grande coisa. Olha uma bola na minha direcção. Olha outra. É para acertar?
Não me metam a correr nem nada dessas coisas que têm a ver com máquinas e ginásios que isso não corre bem, eu já tentei. Tem que ser coisas leves, divertidas, em grupo, ao sol, sei lá! Eu tento. A sério!

E não fazer nada

Planos para o fim-de-semana? Sim: não fazer nada.
Ah, quer dizer, vá eu até queria ir ao cinema ver uma comédia de domingo à tarde tipo "Amor e Outras cenas" ou "Guerra é guerra". Talvez até pudesse ser o filme com Daniel Radcliffe, para o ver noutro registo "A mulher de negro".
Não sei. Secalhar, podia ficar por casa e não fazer mesmo nada.
Podia ir lanchar à Padaria Portuguesa ou à Eric Kaiser. Podia dar um passeio de bicicleta pela Expo ou por Belém. Podia ir jogar ténis. Mas enquanto uns dizem que chove, outros dizem que não.
Não sei. Secalhar, podia ficar por casa e não fazer mesmo nada. 
Ah, já sei, vou fazer umas comprinhas para a nova estação, umas calças coloridas, um novo calçado para fugir às botas, umas coisinhas com flores pirosas de primavera...não, secalhar não é boa ideia, não. Eles não me dão as coisas, só me vendem, o que é chato.
Não sei. Secalhar, podia ficar por casa e não fazer mesmo nada.
Posso por a leitura em dia e comprar também talvez a Time Out. Posso ver os epísódios que tenho em falta da "Grey's anatomy", "Private Practice", "Once upon a time", "Vampire Diaries" ou "Secret circle". Talvez pudesse retomar o "Heroes" ou mesmo recomeçar a ver "Modern family". Tudo isto com um balde de pipocas ou um saco de gomas.
Não sei. Secalhar, podia ficar por casa e não fazer mesmo nada. 




Hakuna Matata!

" Timon: Olha lá, coisas más acontecem e ninguém pode fazer nada para as evitar, não é?
Simba: É
Timon: Não! Quando o mundo te vira as costas, tu viras as tuas costas ao mundo.
Simba: Não foi isso que me ensinaram.
Timon: Então, talvez precises de uma nova lição. Repete comigo: Hakuna Matata!
Simba: O quê?
Pumba: Hakuna Matata. Não há problema!"



Já está? Problemas atrás das costas? Então:
"O que é que queres que eu faça? Que me vista para o baile e que dança o 'hula'?!"


Voar?!

Com o preço da gasolina a subir à parva, como se não houvesse amanhã, estava a pensar em deslocar-me de bicicleta, mas isso cansa-me muito. Já pensei em ir a pé, mas isso faz-me doer as pernas. Só se fosse de skate (e a subir?!) ou então de patins (nah! faz calor nos pés!).
Tem de ser alguma coisa barata (ou que não se pague, não há problema!), inovadora, que não demore três dias a chegar e que não me faça chatear muito...podia ser tipo, sei lá... voar?!





"Era um café!"













Uns dizem que faz bem ao cérebro, que ajuda a pensar ou a acordar. Outros dizem só que faz mal. Uns bebem logo de manhã, ao acordar, outros só depois de almoço. Uns bebem só um por dia, caso contrário ficam muito nervosos, outros bebem 3, 4 ou 5. Uns bebem porque estão com dores de cabeça, outros bebem porque sim. Uns gostam com muito açúcar, outros gostam sem nenhum. Uns são muito apreciadores, outros não o podem nem cheirar. Uns gostam dele simples, outros gostam com natas, com canela ou com leite. Uns gostam de o beber com um cigarro, outros pedem com ele um copo de água. Uns gostam quando ele vem com um chocolate, outros gostam quando ele vem com um rebuçado. Uns pedem cheio, outros pedem curto. E ainda há quem peça um café e quem peça uma bica.

Um dia vou um beber café normal, porque sim, a meio da tarde, com açúcar, numa esplanada com os meus óculos de sol... e hoje pode ser o dia!


Lembrei-me porque:
http://lifestyle.publico.pt/dicionario/301772_c-de-cafe

Grey's Anatomy: os crescidos!



Eles já não andam todos enrolados uns com os outros. Já não começam e terminam relações como quem troca de bisturi. Alguns já são casados e têm filhos. Estão mais maduros, mais responsáveis. Os miúdos do Seatle Grace cresceram!

A Cristina e o Owen estão casados e apesar de parecer que são muito diferentes eu acho que têm tudo a ver. Excepto quanto à parte em que ele quer muito ser pai e ela não quer nada ser mãe. A Torres e a Robinson estão casadas e têm uma filha, a Sofia, que partilham com o pai Mark.(33% das decisões para cada um!)  Mas quando é que o McSteamy se faz à vidinha e volta a andar com a Little Grey? A Meredith e o Derek estão casados e agora têm consigo a pequena Zola. Mais uma prova para o relacionamento dos dois que estava meio chato!

Eles estão mais sérios. Já não vão beber pró bar e já não dançam em cima do sofá!
Nesta temporada os pupilos da Dra Bailey (pelo menos os que restam) estão preocupados em consolidar suas vidas e carreiras, escolhendo a sua especialidade enquanto cirurgiões (Alex Karev como pediatra?! Seriously?!) enquanto que a própria Bailey está mais virada para o seu relacionamento amoroso com o enfermeiro. Eu disse que estavam mais crescidos?!


Um bom dia!





O dia de hoje é o sinal de que os tempos mudaram. Só isso!
A pergunta não devia ser “porque é que tem de existir o dia da mulher?” ou “porque é que não existe o dia dos homens?”. A pergunta devia ser sim “porque é que ainda hoje a mulher é notícia quando atinge um lugar de topo numa empresa?” A pergunta devia ser sim “porque é que ainda hoje é um espanto quando um homem que faz as tarefas domésticas?” Enquanto estas perguntas não forem dados adquiridos, o dia da mulher continua a fazer sentido!  
Mas não é preciso fazer uma festa à volta dele nem presentes nem nada disso… é preciso só desejar um bom dia! Não só às mulheres... um bom dia a todos!


"Amor e chocolate"

Esta história é tão...de gaja!
A personagem principal é viciada em chocolate e usa-o como curativo de todos os males do mundo. Ela compara tudo o que lhe acontece na vida ao acto de comer chocolate!
Amber é uma rapariga que trabalha na área do cinema. Apaixona-se por Greg mas passa a vida a dizer que não, a ponto de esconder a relação que tem com ele da amiga de sempre Jen, de quem se começa a afastar. Há demasiados segredos entre elas para serem as melhores amigas!

"Era como comer só Twix. (...) E eis senão quando, sem motivo aparente, decidimos comer uma coisa diferente e começamos a provar marcas diferentes. Um dia provamos um Mars. No dia seguinte compramos um Crunch. Depois um pacote de Maltesers. A seguir um Kit Kat. Finalmente decidimo-nos por uma barra de cereais com chocolate. Podemos até nem gostar particularmente de barras de cereais, mas habituamo-nos a comer sempre o mesmo (...). Até que um dia dizemos «Hoje apetece-me um twix» quando alguém nos oferece uma barra de cereais com chocolate. Gostamos de twix, desperta memórias agradáveis enquanto se derrete na boca, mas no dia seguinte voltamos às barras de cereais por força do hábito.Assim era comigo e com a Jen. Naquela noite tivemos o nosso momento twix - uma reminiscência da antiga relação - mas agora tínhamos voltado a ser barras de cereais"

Eu percebo a analogia entre a amizade das duas e este cardápio de chocolates... mas sinto que preciso de comer uns gramas para perceber ainda melhor...

O relógio que toca...






Tudo na nossa vida depende de tempo, depende do raio daquela coisa que temos sempre no pulso, no telemóvel, pregado na parede, no rádio do carro... está em todo o lado. Está no microondas, está no computador...os relógios dominam a nossa vida!!! Claro que hoje me deu para pensar nisto porque não acordei à hora que queria, porque o despertador não tocou (quer dizer, lá tocar, ele deve ter tocado, mas...).

Obviamente que perdi logo metade do tempo que precisava usar hoje de manhã!
Os despertadores não existem para nos ajudar quando mais precisamos, tipo tabele de chocolate?
Não, o meu, pelo menos, não. Ele só existe para me chatear...porque eu não o ouço.

Eu até podia parti-lo, esmagá-lo com os pés, deitá-lo pela janela...mas o meu despertador é o meu telemóvel!

Se a moda pega...


Já me estou a imaginar a andar de pijama na rua. Ui, no inverno mais quentinho e confortável nem imagino!  Estou a brincar, ou…secalhar não! É que o pijama agora é moda, é tendência eu sei lá! Há “roupas” que parecem pijamas e estão a fazer sucesso. E os famosos de todo o mundo já estão a adoptar!

Eu adoro o meu pijama. Também posso levar pantufas?!

Revista Sábado, quinta-feira, 1 Março 2012

"In time"



"Tempo é dinheiro", costuma-se dizer. Mas no filme "In Time" realmente o tempo é dinheiro. Confusos? As pessoas vivem com o tempo contando, recebem tempo quando trabalham e gastam tempo quando adquirem bens. Quando a conta chega a zero, morrem, fim da linha! No filme, como na vida, os ricos vivem melhor porque têm mais dinheiro tempo para gastar. Ninguém precisa ter pressa. Os ricos podem viver para sempre!

Justin Timberlake é Will Salas e vive, literalmente, um dia de cada vez. Mas a sua vida muda quando conhece um homem que lhe dá, em tempo, mais de um século de vida. Com este tempo ele consegue mais e mais e tal Robin Hood distribui pelos que mais precisam...de graça! A contagem começa aos 25 anos e a partir daí nunca mais ninguém envelhece.

Will vai conhecer uma rapariga que é... como devo explicar?! Ah já sei...de outro nível social! Ou seja, enquanto ele tem de ganhar um dia de cada vez, ela tem dez anos na sua conta, que foram oferecidos pelo pai, um homem poderoso... enfim, tempo é coisa que não lhe falta! Mas no meio de tudo isto Will e Sylvia têm de fugir aos "guardiões do tempo" (algo que nós conhecemos por polícia)!

Quantas vezes nos queixamos de falta de tempo?
Ter tempo, aqui, é uma questão de sobrevivência.
Tempo é dinheiro, tempo é vida, tempo afinal é tudo.
Mas queremos mesmo viver para sempre?

Fica o trailer deste filme que preencheu a tarde de domingo e que merece 5 estrelas :)



"Os descendentes"

Ele diz que as pessoas acham que só porque ele vive no Havai a vida é fácil. Acham que é o paraíso. Porquê? Quem lá mora não tem cancro na mesma? Não tem problemas na vida? Não tem que trabalhar?

Ele diz que as pessoas acham que só porque ele vive no Havai passa do dia a beber 'cocktails' e a fazer surf. Só que ele não pega numa prancha há 15 anos.

Ele é George Clooney na pele de um homem de negócios, que fica com duas filhas na adolescência após a mulher entrar em coma, altura em que ele descobre que a afinal a mulher não era a companheira leal que ele pensava.

Paraíso? O paraíso não é isto!

As  imagens mostram momentos do filme marcantes. Partes cómicas. Partes mais emotivas quando pai e filhas voltam a dar as mãos e o momento final. Por tudo isto, fica também o trailer.




"Once upon a time"




E pronto podia ser só assim… o principio tradicional dos contos de fadas. Porque é que se chamam contos de fada às histórias infantis? Mas não. A série "Once upon a time” (título original) traz de volta o mundo das princesas e príncipes encantados. E como qualquer típica história também tem a bruxa má, sem a qual não havia enredo suficiente para fazer a história durar.

No fundo a bruxa má é sempre a personagem mais interessante. A sério?! Então não é ela que tem as ideias todas? (Tipo a maçã que mata a Branca, o fuso que adormece a Bela, a poção que dá pernas à sereia mas que lhe tira a voz.) Ah mas também há homens… o Jafar, por exemplo "akuna matata" se o pai não tivesse morrido às mãos do Scar, o tio mau que queria tomar conta do reino. E no final, os senhores das trevas morrem porque chega uma fada boa ou um génio da lâmpada e todos vivem felizes para sempre. Fim.

Esta série da ABC, escrita pelos mesmos autores do "Lost", vai misturar a realidade com a ficção, entre  eles, os personagens, e nós, os espectadores. Eles não sabem distinguir a verdade da fantasia e nós… também não.
Uma das principais personagens já é nossa conhecida. Jennifer Morrison foi Allison Cameron, uma das médicas da equipa do fofíssimo Dr. House, e é agora Emma Swan, a chave do mistério. (E isto percebe-se logo no primeiro episódio.)
A mim dava-me jeito um grilo falante, mas com esta série só posso recordar as histórias que me contavam e perceber que na vida real "a capuchinha vermelha" podia ter sido gaja “porreira pá”!

(1ª temporada)

O lobby da marmita!







Antes, levar a lancheira para o trabalho era sinal de falta de dinheiro, hoje também é é sinal de que os tempos estão a mudar. Já ninguém olha de lado para quem chega com os tupperwares como se fossem seres de outro planeta. Aliás, hoje em dia os refeitórios ou bares das empresas já nem são a mesma coisa se não tiverem microondas, e são cada vez mais aqueles que aderem ao gangue da marmita. Eu faço parte do clube.

Não é nada por causa da austeridade e do aumento dos preços, que disparate, é porque está na moda!

E está. Quem o diz é a Mescla Store e a Smartlunch. Percebi que realmente o lobby da marmita existia quando li o artigo da Visão, de 9 de Fevereiro, e a notícia do jornal I que falavam nestas duas lojas com estilo. E depois disto tudo ainda se pode poupar levando a comida de casa, que inovação!

Eu cá fico-me pela minha lancheira cor-de-laranja às riscas onde cabe tudo. E hoje quando for hora do jantar é só preparar a mais e depois "empacotar" para amanhã.